Confira a seguir o comunicado oficial da ABGD sobre o setor elétrico brasileiro:
“O setor elétrico brasileiro mostrou robustez, mas também expôs fragilidades: planejamento deficiente, excesso de judicialização e dificuldade de acomodar novas tecnologias com agilidade regulatória. Todas as fontes preocupadas em serem contratadas e quase nenhuma preocupada em ser competitiva.
Por outro lado, ficou claro que a transição energética não é mais uma escolha política, é um fato operacional. Quem ainda tenta tratá-la como exceção está, objetivamente, atrasando o sistema.
Para 2026, a expectativa é de um volume menor de investimentos, porém mais seletivo e técnico. Entre os principais desafios para a expansão da geração distribuída estão a previsibilidade regulatória, a limitação de capacidade de conexão em algumas regiões, a integração com sistemas de armazenamento de energia (BESS) e a qualificação técnica dos projetos”, avalia Carlos Evangelista, presidente da ABGD.
As informações foram enviadas pelas assessoria da ABGD