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Anbima afirma que COP30 evidenciou robustez da agenda de sustentabilidade brasileira

Associação destaca que a conferência alavancou imagem do País para o mundo

Um dos grandes destaques da COP30 foi a capacidade do Brasil, país-sede da conferência, demonstrar ao mundo a solidez de sua agenda de sustentabilidade, marcada pela integração entre governo, setor privado e sociedade civil. 

“A COP no Brasil mostrou que temos uma agenda de sustentabilidade sólida, construída com a atuação conjunta do setor público, que vem cumprindo seu papel ao criar iniciativas estratégicas, e do setor privado, cada vez mais engajado e contribuindo para incluir a sociedade civil nesse diálogo”, afirmou Cacá Takahashi, diretor da Anbima. 

O executivo participou de painel na Casa do Seguro, durante a COP30, ao lado de representantes da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) e da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), realizado neste sábado, 15. Durante o encontro, Takahashi destacou uma iniciativa conjunta das três entidades: a Jornada rumo à COP30, série de workshops técnicos para capacitar o mercado brasileiro sobre gestão de riscos e oportunidades ligados ao clima. 

“Ninguém sabia se daria certo. Chegamos a essa proposta de jornada de capacitação envolvendo os três segmentos – mercado de capitais, bancário e de seguros – abordando temas em comum, como plano de transição e governança”, disse Thais Tannús, assessora de Sustentabilidade da Febraban. 

A iniciativa contou com apoio institucional de uma série de entidades: ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital), Amec (Associação de Investidores no Mercado de Capitais), BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), B3Gfanz (Aliança Financeira de Glasgow para Emissões Líquidas Zero, na sigla em inglês), Pacto GlobalPRI (Princípios para Investimento Responsável, na sigla em inglês) e Unep-FI (Iniciativa Financeira do Programa Ambiental das Nações Unidas).  

O foco foram profissionais que atuam com gestão de investimentos, seguros, riscos, análise ESG, sustentabilidade e áreas relacionadas. “Foi uma experiência inédita que reverberou muito no mercado. Atingimos mais de 1.300 participantes mostrando que podemos chegar muito mais longe trabalhando em conjunto”, observou Tannús

Claudia Prates, diretora de sustentabilidade da CNseg, reforçou a importância da colaboração entre os setores: “Somos setores com associados em comum e conseguimos trazer grande parte dos profissionais capacitados para a COP. Dessa forma, podemos fazer mais. Essa troca nos permitiu ver novos projetos no futuro com essas e outras entidades, e esperamos chegar em 2025 de forma justa e correta”. 

Takahashi também ressaltou o simbolismo da escolha da palavra “mutirão” como representação da COP30. “Essa palavra retrata melhor do que nenhuma outra a colaboração coletiva. É uma palavra que une passado, presente e futuro, que é a essência dessa agenda”, afirmou o executivo. 

As informações foram enviadas pela assessoria da Anbima

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