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Governança e sucessão ganham protagonismo no ESG do Agronegócio

Empresa apresenta modelo de governança e sucessão com foco em 2030 e na perpetuidade dos negócios

A concessionária matogrossense Áster, uma das maiores distribuidoras John Deere no Brasil, reforçou seu protagonismo no debate sobre gestão, inovação e futuro do campo ao participar da 4ª edição do ESG no Agronegócio: Tendências que Moldam o Futuro do Campo. A empresa foi uma das parceiras do encontro online e levou ao público sua experiência prática em governança e sucessão familiar — temas cada vez mais estratégicos para a longevidade das organizações do setor.

O presidente Luiz Piccinin e o gerente de Contas Estratégicas, Luan Piccinin, integraram o Painel 3, dedicado a Governança, Sucessão e Riscos. No debate, compartilharam a trajetória da Áster na construção de um Plano de Sucessão Familiar formalizado e estruturado com visão de longo prazo, projetado a partir de 2030. O processo, segundo eles, envolveu imersão, preparação organizacional e alinhamento entre cultura familiar e práticas corporativas.

A fala de Luiz Piccinin sintetizou o espírito da discussão: “Governança corporativa não é burocracia, é a organização para garantir a perpetuidade do negócio.” A mensagem reforçou como a combinação entre estrutura, cultura e planejamento pode sustentar empresas familiares em ciclos de crescimento contínuo.

O evento, realizado pela SB Sustainable Business e pela Áster — concessionária John Deere — em parceria com o Instituto Farmun, reuniu especialistas de diferentes áreas para ampliar o olhar sobre sustentabilidade, gestão e inovação no agronegócio. Marcelo Cintra, diretor da Peixoto e Cintra Advogados Associados, e Daniele Nazari, psicóloga da Zenklub, trouxeram reflexões sobre saúde mental no trabalho e os impactos das exigências da NR-1 no dia a dia das equipes.

As transformações tecnológicas também tiveram espaço de destaque. Rafael Simionato, CEO da Futurasy, e Estela Dias, gerente de negócios da John Deere, discutiram tendências do Agro 5.0, incluindo o avanço da Inteligência Artificial, o uso de bioinsumos e a crescente importância dos dados na tomada de decisão no campo.

A mediação geral ficou a cargo de Gustavo de Oliveira, empresário e presidente do Instituto Atlântico, e o encontro contou ainda com a participação de Abílio Martins, diretor da SB Negócios Sustentáveis.

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