O Brasil vive hoje um dos movimentos mais robustos de empreendedorismo feminino da sua história — e parte decisiva dessa força nasce de iniciativas estruturadas que conectam mulheres, ampliam sua capacidade de atuação e fortalecem o ecossistema empresarial. Entre essas iniciativas, o CMEC — Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura — ocupa posição estratégica.
Presente em mais de 900 núcleos espalhados pelo país, o CMEC opera como uma rede orgânica de estímulo econômico, uma plataforma de desenvolvimento humano e um espaço de articulação que transforma realidades. Esses núcleos fortalecem negócios, aproximam empresárias e empreendedoras, além de estimular a troca de experiências e criar conexões que extrapolam o empreendedorismo: influenciam famílias, comunidades e a própria competitividade do país.
Num Brasil aonde mais de 50% dos lares são sustentados financeiramente por mulheres, apoiar o empreendedorismo feminino não é apenas uma agenda de equidade — é uma agenda de crescimento econômico. Mulheres empreendem para transformar suas vidas, dar exemplo aos filhos, gerar renda, criar autonomia e movimentar as economias locais. Cada curso, cada mentoria, cada conexão feita dentro desses núcleos é um passo direto para aumentar renda, reduzir desigualdade e inspirar as próximas gerações.
É nesse contexto que o 6º LIBERDADE PARA EMPREENDER, realizado em São Paulo, consolida-se como um dos mais importantes encontros nacionais para empreendedoras, reunindo não só conhecimento, mas também para inspirar e refletir de forma profunda, sobre o papel da mulher no novo cenário econômico.
6º Liberdade para Empreender: quando a conexão vira catalisador de futuro
No dia 25 de novembro, mais de 1.700 empreendedoras lotaram o Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, para participar da 6ª edição do Liberdade para Empreender — evento promovido pelo CMEC da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em parceria com a FACESP e a CACB.
Com o tema “On-line/Off-line – Empreender no Digital e Viver no Real: equilíbrio é o novo sucesso”, o encontro trouxe uma necessária discussão sobre produtividade, saúde emocional, tecnologia e propósito em um país que desafia diariamente suas empreendedoras a conciliarem múltiplas jornadas.
O evento reuniu especialistas de diversas áreas — de gestão à psicologia positiva, da transformação digital à liderança humanizada — e estimulou diálogos potentes sobre como empreender sem perder a vida, a saúde e a conexão consigo mesma.
Palestras que tocaram, ensinaram e provocaram ação
Entre os destaques da programação:
• Augusto Cury — trouxe uma reflexão absolutamente contemporânea de como controlar o estresse e a ansiedade em uma sociedade acelerada;
• Miguel Falabella — abordou de forma incrível a importância do protagonismo pessoal como impulsionador de novos comportamentos necessários para seguir empreendendo no Brasil real;
• Denise Fraga — de forma muito impactante, trouxe a força da liderança humanizada;
• Maria Paula — conectou psicologia positiva e equilíbrio emocional na vida e nos negócios.
A presidente nacional do CMEC, Ana Claudia Badra Cotait, conduziu um dos momentos mais aguardados do dia: um bate-papo com três ícones do empreendedorismo no país — Luiza Helena Trajano, Chieko Aoki e Sonia Hess. Um encontro que traduziu a essência do CMEC: mulheres que inspiram mulheres, que crescem juntas e que constroem caminhos coletivos.
Além disso, nomes como Cris Arcangeli, Cristine Grings Nogueira, Alessandra Andrade, Rafael Valio, Gilberto Kassab, Valéria Bolsonaro, Julie Milk, Alanna Moreira, Pollyana Felix, Fernanda Bornhausen e Raffael Nunes enriqueceram o palco com visões e experiências diversas.
Vila CMEC: economia real acontecendo ao vivo
A edição contou ainda com a Vila CMEC, um espaço de experiências com marcas e produtos de empreendedoras de diferentes setores — uma vitrine de criatividade, inovação e geração de renda.
Mais do que um evento — um movimento de transformação
O Liberdade para Empreender reafirma que quando mulheres se conectam, o país ganha força.
Ganha em produtividade.
Ganha em inovação.
Ganha na economia e geração de renda.
Ganha em desenvolvimento social.
Ganha em visão de futuro.
E reforça uma verdade incontestável: a economia brasileira só será plenamente forte quando reconhecer, apoiar e amplificar o papel das mulheres que constroem, lideram e sustentam grande parte dela.
O CMEC não é apenas um conselho.
É uma ponte.
Um ecossistema.
Um acelerador.
E um dos mais relevantes movimentos de apoio à mulher empreendedora no Brasil.