Carregando...

Projeto Iguapé leva ciência e cidadania a quase 10 mil alunos em 2025

Projeto Iguapé já passou por cinco cidades com ações em escolas públicas. Iguá Saneamento/Divulgação
Iniciativa itinerante percorre escolas públicas com experiências imersivas sobre o ciclo da água e os desafios do saneamento básico

Em tempos de urgência ambiental e busca por soluções sustentáveis, a educação tem se mostrado uma das ferramentas mais poderosas de transformação. É com esse espírito que o projeto Iguapé – A Arte e a Ciência de Sanear vem ganhando espaço nas escolas públicas brasileiras. 

Realizado pela Iguá Saneamento em parceria com o Instituto Caravana, o programa impactou, segundo a empresa, diretamente 9.969 alunos no primeiro semestre de 2025, com ações em 27 escolas de cinco cidades: Cuiabá, Rio de Janeiro, Paty do Alferes, Miguel Pereira e São Paulo.

Além dos números, o Iguapé representa uma proposta de educação ambiental que une arte, ciência e tecnologia para abordar temas como o ciclo da água, o papel do saneamento básico e a responsabilidade coletiva na preservação dos recursos naturais. A iniciativa mobilizou 115 voluntários da empresa, que se juntaram a educadores, cientistas e artistas para criar experiências interativas e acessíveis.

“O Iguapé nasceu para criar conexões entre ciência, arte e cidadania. Fechamos o primeiro semestre com resultados concretos e histórias que mostram o quanto essa experiência tem sido significativa para as crianças, para os educadores e para os voluntários envolvidos”, afirma Natalia Menezes, gerente de Responsabilidade Social da Iguá Saneamento.

A metodologia adotada é a STEAM — sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática — e se traduz em atividades como aulas-show, oficinas práticas, realidade virtual e materiais pedagógicos complementares. A acessibilidade é um dos destaques, de acordo com o comunicado oficial, conforme a Lei 10.098/2000, para que alunos com deficiência participem plenamente das ações.

Rosi Lisboa, professora de Biologia e diretora da Escola Estadual Edmundo Peralta Bernardes, em Paty do Alferes, descreve a experiência como transformadora:

“Sabe quando um projeto vai além das suas expectativas? Foi exatamente o que aconteceu. Os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar, na prática, conteúdos que geralmente ficam apenas na teoria.”

Entre os destaques estão o laboratório que simula o funcionamento de estações de tratamento de água e esgoto, a atividade de pegada hídrica, o ateliê de ilustrações e a jornada virtual pelo caminho da água — feita com óculos de realidade aumentada e conduzida pela personagem Dra. Iara.


Expansão e metas para o segundo semestre

O próximo passo do Iguapé é seguir para novas cidades, incluindo Itabaiana (SE), Paranaguá (PR) e Arapiraca (AL), além de retornar aos municípios já visitados. A meta é atingir 25 mil alunos até dezembro, consolidando o projeto como uma das maiores iniciativas de educação ambiental itinerante do setor de saneamento no país.

“Cada cidade visitada representa uma oportunidade de dialogar com os futuros cidadãos que vão contribuir para a preservação da água. É um movimento coletivo que une tecnologia, voluntariado e educação para gerar impacto real e duradouro nos territórios onde atuamos”, afirma José Carlos Almeida de Sousa, diretor de Gestão Operacional da Iguá.

Em um cenário onde o saneamento básico ainda é um desafio para milhões de brasileiros, iniciativas como o Iguapé mostram que a mudança pode começar pela consciência — e que a sala de aula pode ser o primeiro passo para um futuro mais sustentável.

Alunos do Projeto Iguapé. Educação como caminho do desenvolvimento

Compartilhe nas redes:

Boletim por E-mail

GZM NEWS

Cadastre seu e-mail e receba nossos informativos e promoções.

publicidade

Recentes da GZM

Mais sessões