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Senior Living ganha escala inédita no Brasil com criação de ecossistema pioneiro

Ao centro, João Kepler, do Equity Group, ladeado pelos executivos da Livtá. Grupo aposta em tendência que já é global.
Projeto da Livtá, com investimento da Equity Group, inaugura nova fase da moradia assistida e mira mercado bilionário impulsionado pelo envelhecimento populacional

O Brasil acaba de dar um passo decisivo no setor de moradia assistida para idosos com a criação do primeiro ecossistema completo de Senior Living (SL) do país. A iniciativa, liderada pela empresa paulista Livtá e apoiada pelo Equity Group, marca a entrada do mercado nacional em uma tendência já consolidada em países como Estados Unidos, Canadá, Europa e Japão.

O movimento ocorre em meio a uma transformação demográfica acelerada. Hoje, o Brasil tem 34 milhões de pessoas acima dos 60 anos, número que deve ultrapassar 58 milhões até 2040, colocando o país entre as quatro maiores populações idosas do mundo. Apesar disso, menos de 1% dos brasileiros nessa faixa etária têm acesso a estruturas especializadas de moradia assistida, o que abre uma lacuna significativa em um mercado que movimenta mais de R$ 2 trilhões por ano em consumo.

Um novo modelo de moradia

Diferente dos formatos tradicionais, o projeto da Livtá atua desde o início da cadeia imobiliária, em parceria com construtoras e incorporadoras, para desenvolver empreendimentos pensados exclusivamente para o público 60+. O modelo prevê acompanhamento da obra e gestão operacional posterior, garantindo padronização e experiência acumulada em “chão de fábrica”.

Para João Kepler, CEO da Equity Group, o momento é estratégico: “O Brasil está diante de um dos maiores ciclos de transformação demográfica da sua história, e quem entender essa mudança primeiro terá vantagem competitiva por décadas. Investir em Senior Living não é apenas uma decisão imobiliária, é uma decisão estratégica sobre o futuro da sociedade. Estamos falando de criar moradias que unam autonomia, cuidado e dignidade, com modelos sustentáveis que geram valor para investidores e para milhões de brasileiros que vão envelhecer nas próximas décadas. É uma oportunidade rara de construir impacto, escala e legado ao mesmo tempo”.

Impacto no mercado imobiliário

A criação do ecossistema inaugura uma mudança estrutural em um segmento que vinha sendo adiado, apesar da pressão demográfica e do potencial econômico do público sênior. O modelo integra saúde, bem-estar, serviços e arquitetura especializada em um único ambiente, transformando o Senior Living em vetor estratégico de desenvolvimento.

Luiz Bacci, CEO da Livtá, reforça o caráter inovador da iniciativa: “Somos o primeiro ecossistema completo de Senior Living do Brasil, pois nossas soluções atendem por completo o que o mercado realmente precisa, desde a origem do projeto, lado a lado com a construção civil, até a operação no dia-a-dia. Não estamos adaptando prédios e criando casas de cuidados, estamos criando um ecossistema inteiro que nasce para o idoso, desde o layout de obra, passando pelo cuidado sem abrir mão do lazer e da qualidade de vida, do dia 1 ao dia 1.000. Esse é o nosso diferencial, o que torna esse investimento transformador para o país”.

A força global da Silver Economy

O avanço da chamada Silver Economy — a economia voltada para pessoas acima de 60 anos — já é uma realidade global e vem se consolidando como um dos motores de crescimento mais relevantes das próximas décadas. Com o envelhecimento acelerado das populações em países desenvolvidos e emergentes, esse mercado movimenta trilhões de dólares em áreas como saúde, moradia, lazer, tecnologia e serviços especializados. 

A longevidade deixa de ser apenas um desafio demográfico e passa a ser vista como uma oportunidade estratégica para empresas e investidores que buscam atender às necessidades de uma geração cada vez mais numerosa, ativa e com poder de consumo significativo.

Em escala mundial, a Silver Economy está redefinindo setores inteiros, desde o imobiliário até o turismo, passando por inovação tecnológica e soluções digitais voltadas para autonomia e bem-estar. Governos e corporações já reconhecem que o público sênior não é homogêneo, mas diverso em estilos de vida e demandas, o que amplia o espaço para modelos de negócios inovadores. Essa transformação aponta para um futuro em que a economia da longevidade será não apenas um nicho, mas um pilar central do desenvolvimento global, capaz de gerar impacto social e econômico em larga escala.

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